Convocatória 2º Encontro Terceira Margem Performances e Intervenções Urbanas

Convocatória 2º Encontro Terceira Margem
Performances e Intervenções Urbanas
"Lamentos e gozos da Imperatriz de Itapipoca"
Cia. Balé Baião de Dança Contemporânea
Proposições coletivas
Colaboração de Marcelo Evelin e Lia Rodrigues

Dia 27/10 – QUARTA-FEIRA

F O R T A L E Z A

9h – Convocatória 2º Encontro Terceira Margem/Performances e Intervenções Urbanas: Lamentos e gozos da Imperatriz de Itapipoca – Cia. Balé Baião de Dança Contemporânea (Itapipoca/CE)
Local: Praça dos Leões até z Praça do Ferreira

Dia 28/10 – QUINTA-FEIRA

F O R T A L E Z A

9h – Convocatória 2º Encontro Terceira Margem/Performances e Intervenções Urbanas: Lamentos e gozos da Imperatriz de Itapipoca – Cia. Balé Baião de Dança Contemporânea (Itapipoca/CE)
Local: Praça dos Leões até a Praça do Ferreira


SINOPSE

A partir de vivências de criação com Marcelo Evelin durante a residência “Performance Contemporânea”, os intérpretes-criadores do Balé Baião começaram a configurar possibilidades de intervenções performáticas em solo e duo tendo como espaços de ocupação a calçada, o porte, a rua e o galpão.

Desde 2005 a Cia Balé Baião vêm desenvolvendo e codificando exercícios de improvisação corporal tendo como foco conceitual e estético o corpo em transito com o espaço, as vias de diálogo que podem se plastificar enquanto se estabelecem entradas e saídas, permanências e continuidades, vácuos e descontinuidades da ação física.

O intercâmbio com Marcelo Evelin nos trouxe a necessidade de estabelecer caminhos e descaminhos de criação no bojo das amplitudes e limitações do espaço urbano, que por excelência é lugar de casualidades e instabilidades poéticas, instigadora de performances do “tempo presente”, de manifestos estéticos-políticos em tempo real, de corpo presente.

A performance se desenvolve a partir de ações improvisadas tendo como pressuposto a pretensão em habitar nas “brechas” do cotidiano com sutileza e objetividade gradativa, abrindo “portais” para acessar canais de humanidade, fragmentos de afetos que fazem contrapontos com as velocidades excessivas da cidade. À proporção que os intérpretes estabelecem vias de contato e percepção com os lugares a serem habitados, os transeuntes são insultados a percebê-los em espaço de performance, instigados a acolhê-los ou negá-los, a interagir com a obra ou simplesmente recusá-la.



ESCADA: Plastificação de imagens instantâneas a partir da relação do corpo com uma escada e da escada com o canto-lugar onde fora escorada. Ânsia de abrir portais para se entrar em dimensões invisíveis, depois de subir o último degrau. Verticalizações e horizontalidades do olhar na cidade.



TÁBUA: Pedaço de madeira retangular, nove corpos dividindo peso, equilíbrio de fragilidades: madeira pós-árvore, corpo pós-movimento. Estado de “madeirar-se” sem lixa e verniz, de ser madeira serrada, silenciosa, ausente de galhos e folhas, advento de uma cadeira útil, de uma cama necessária e uma mesa vendível.

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